Mãe do garoto Henry manda cartas para delegado e ex-marido: “Me perdoa por tudo”

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Mãe do garoto Henry manda cartas para delegado e ex-marido: “Me perdoa por tudo”

Crédito: Reprodução/Instagram

Monique Medeiros, mãe do pequeno Henry Borel, de quatro anos, morto no dia 08 de março, escreveu duas cartas após a morte do garoto.

Uma delas foi destinada ao delegado do caso investigado e a outra carta foi para seu ex-marido, o engenheiro Leniel Borel de Almeida, pai do jovem menino.

No conteúdo das cartas escritas para o ex-companheiro, ela se mostrou arrependida de tudo o que fez

“Me perdoe por tudo. Eu não sabia o que estava acontecendo”, disse.

Em seu relatório, Medeiros acrescentou que Leniel a conhece e sabe exatamente a pessoa que ela é e quais são os seus princípios.

“Se eu pudesse voltar atrás, fazer tudo de novo para tê-lo conosco, até no fundo da casa dos meus pais, tendo uma vida simples, mas com o sorriso dele iluminando todas as nossas manhãs, eu faria”, pontuou.

“Todas as vezes em que tentava procurar uma maneira de me desvencilhar e tentar contar a verdade, eu era impedida.

E foram inúmeras vezes. Quando fui presa, fui humilhada, fui xingada, fui desmoralizada, fui apedrejada, ameaçada, mas fui libertada.

Não existe dor maior ou pena maior do que perder um filho. Não existe um deserto pior.

Não há um dia que o meu coração não sangre pela morte do meu filho amado”, continuou Monique

Em seu desabafo, a mãe de Henry ainda contou que teve a chance de se reconectar com Deus e que no presídio pediu perdão por todos os seus pecados.

“Todos os dias peço para que Deus me tire o ar para eu poder reencontrar o meu tesouro no reino dos céus.

Sou uma mãe desesperada e que daria qualquer coisa para ter o meu filho em meus braços novamente”, relatou.

Monique e seu companheiro, o Dr. Jairinho, estão presos desde o dia 08 de abril.

Os dois são suspeitos pela morte de Henry e são acusados de terem atrapalhado as investigações com diversas ameaças feitas para as testemunhas do caso.

Os dois deverão ser indiciados por homicídio duplamente qualificado, com uso de tortura e sem chance de defesa da vítima.

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